Doloroso tempo. Que passa abrindo efermidades esquecidas. Fácil demais olhar a vida repleta de rosas. Estranho é aceitar que estamos tão vulneráveis as doenças como qualquer outra pessoa. Conto os dias procurando a cura delas. As vezes, tento mergulhar nas próprias. Entretanto, o amor me impede. Minhas forças, já desgastadas e antigas, se motivam com o amor. Pelo homem, pela vida, pela família.
Estou exausta. Entro em guerra todos os dias, só pra sobreviver. Procuro me divertir. Palavra essa distinta de tantas outras mais presentes em minha vida.
Quero ser o milagre. A menina sobrevivente das doenças de adultos.
E o amor... Ah, ele me fará vencer...